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Praga de Gafanhotos em Joel: um evento literal ou apenas uma Alegoria

Nilton de Paula Lima
Osvaldo Araujo dos Anjos Junior
Pablo David Rotman Garrido


Resumo
Este artigo propõe-se a verificar o relato do livro de Joel 1:1 - 2: 27 referente ao relato da praga dos gafanhotos tentanto responder ao questionamento este relato é literal ou apenas alegórico, buscando por meio de comentários e analizes de palavras encontrar respostas para tal questionamento. Para tanto, discorre-se um pouco sobre as características mais importantes quanto ao livro de Joel, bem como sua data, uma análise do versículo quatro do primeiro capítulo onde se refere a quatro nomes de gafanhotos, um analise da palavra povo que aparece em tres versiculos dos dois primeiros capitulos do livro, os argumentos a favor da literalidade da praga e os argumentos contra.


Palavras-chave: Praga, Gafanhotos, Joel, Povo.

Abstract 
This paper aims to verify the account in the book of Joel 1:1 - 2: 27 references reporting the plague of locusts trying to answer the question this story is literal or just allegorical, seeking through comments and analizes words find answers for such questioning. To this end, talks a little about the most important features about the book of Joel, as well as your date, an analysis of four verse of the first chapter where it refers to four names of locusts, one scan of the word that appears in three people verses of the first two chapters of the book, the arguments in favor of literalness of the plague and the arguments against.

Keywords: Prague, Grasshoppers, Joel, People.

Introdução

O livro de Joel paresenta o relato de uma terrivel praga de gafanhotos, bem como os resultados desta praga, este relato compreende-se basicamente em Joel 1:1 - 2: 27, no entanto para compreender esta praga serão analisados alguns versiculos chaves deste relato. Entender este relato faz-se de grande importancia, pois a praga dos gafanhotos e o dia do juizo, simbolizado por essa praga foram o que basicamente deu origem ao Livro de Joel (CHAMPLIN, 2001, p.3484).

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Data do livro de Joel

Para entender o contexto em que a mensagem de Joel se situa, é preciso identificar primeiramente a data de sua mensagem, no entanto esta tem sido motivo de muitas discussões. Falando sobre este assunto Lopes (2009, p.13) comenta:

Constitui-se matéria de acirrados debates a definição do tempo em que Joel profetizou. Está longe de haver unanimidade entre os eruditos acerca desse tempo. Não temos no livro referência específica ao tempo que Joel profetizou. Ele não faz nenhuma referência aos reis contemporâneos. Ao contrário, refere-se aos sacerdotes (1.13). Não se refere à Assíria ou à Babilônia, nações que conquistaram e exilaram Israel e Judá. E isso devido ao fato de que elas ainda não estavam em cena ou há muito teriam passado. Por conseguinte, as duas datas preferidas para situar o livro sao o tempo do rei Joás (c. 830-810 a.C.) ou o tempo do Império Persa (c. 400 a.C.) p.13

Wiersbe (2006, p. 412) diz que “É provável que tenha ministrado em Judá durante o reinado de Joás” sendo assim por volta de 835-796 a.C. O comentário bíblico adventista adota o sétimo século antes de Cristo como sendo a data do livro de Joel (NICHOL, 2013, p.1035). Para Champlin ( 2001, p. 3483) “Se aceitarmos a data mais antiga, então o seu ministério se deu durante o reinado de Joás (II Crô. 22—24). Assim sendo, é possível que tenha conhecido Elias, quando ainda era menino, e por certo era contemporâneo de Eliseu”. No entanto, ao analisar estes e diversos outros comentários, é possivel definir que o sétimo século antes de Cristo apresenta ser mais claramente a data do livro de Joel.
“Joel ocupa um lugar elevado entre os profetas Hebreus e está no mesmo nível de Isaias e Habacuque, em sublimidade e estilo. Ele é conhecido por sua vivacidade de descrição e linguagem pitoresca. Seu estilo é puro e claro”. (NICHOL, 2013, p.1035).

A praga dos gafanhotos

Todo o livro de Joel traz a mensagem deste profeta ao povo, mensagem esta dividida em basicamente em duas partes; A praga de gafanhotos e sua remoção (1: 1 - 2: 27) e O futuro dia do Senhor (2: 28 – 3: 21). Esta primeira parte tem sido motivos de algumas discuções, a praga dos gafanhotos apresentadaneste livro, tem sido interpretada por alguns como uma praga literal e por outros como apenas uma alegoria a invasões ocorrentes no povo de Deus.
O livro de Joel inicia-se com o relato da praga dos gafanhotos e prossegue seu relato até o verso vinte e sete do segundo cápitulo. No entanto alguns versiculos são chaves para entender se esta praga foi literal ou apenas alegoria, dentre eles o quarto versiculo deste livro que Diz:
  WTT Joel 1:4 יֶ֤תֶר הַגָּזָם֙ אָכַ֣ל הָֽאַרְבֶּ֔ה וְיֶ֥תֶר הָאַרְבֶּ֖ה אָכַ֣ל הַיָּ֑לֶק וְיֶ֣תֶר הַיֶּ֔לֶק אָכַ֖ל הֶחָסִֽיל׃
 (Joe 1:4 WTT)
Ao fazer uma tradução do texto pode-sedizer que a melhor versão que traz uma literalidade maior deste versiculo é a da versão Almeida Revista e Atualizada que traz o texto da seguinte maneira: O que deixou o gafanhoto cortador, comeu-o o gafanhoto migrador; o que deixou o migrador, comeu-o o gafanhoto devorador; o que deixou o devorador, comeu-o o gafanhoto destruidor. (Joe 1:4 ARA).
Encontramos neste versículo os termos hebraicos: gazam que é o gafanhoto cortador; ‘arbeh definido como gafanhoto migrador, que fala de seu vasto poder de setruição; yeleq (o gafanhoto devorador) e hasil que é o gafanhoto destruidor. (CHAMPLIM, 2001, p.3487).
Champlim (2001, p. 3487) também enfatiza que a variedades de termos para o gafanhoto apresenta o temivel poder desta destruição e que a mesma era resultado do pecado do povo. Complementando o comentário a este versiculo HUBBARD, (1996, p. 49 e 50) diz:
Na literatura hebraica, a repetição é um recurso comum de ênfase: observe o uso tríplice das expressões o que deixou e comeu-o (cf. em Os 2.12; 5.7; 7.7, a palavra hebraica 'kl com o sentido de “devorar” como resultado do juízo). O primeiro inseto (gãzãm), a julgar por sua raiz semítica, é um gafanhoto cortador (ou tosquiador), capaz de uma devastação incrível (cf. Am 4.9). O gafanhoto “enxameado” (gafanhoto migrador; 'arbeh, a palavra hebraica usual para designar gafanhoto, bem confirmada no ugarítico e no acadiano) pode ser assim traduzido devido à provável ligação entre 'arbeh e a raiz semítica de “multiplicar” (rbb/rby, cf. Os 4.7). O terceiro nome (yeleq) parece significar “saltador” ou “ saltitador” (cf. a raiz árabica que significa “apressar-se”, “andar com agilidade”), embora alguns o associem à raiz Iqq, traduzindo-o por “ lambedor” (devorador, ARA, IBB), um termo inadequado para a maneira como o gafanhoto come. A sugestão de que yeleq pode indicar o gafanhoto comum em sua fase de larva sem asas ou de pupa (Driver, p. 36) não parece levar Naum 3.16 em consideração: ali se diz que o yeleq foge voando. A quarta palavra (hãsil) significa destruidor ou   “terminador” (cf. Dt 28.38 quanto ao emprego de hsl para descrever a atividade destruidora dos gafanhotos).

Ambos aqui apresentam a possibilidade de estes quato nomes empregados para o gafanhoto representarem fases sucessivas do ciclo de vida destes gafanhotos, podendo ser que: yeleq é o gafanhoto na sua primeira fase que é uma larva de cor preta e que salta, o hãsil desenvolve já com asas e mandíbulas sendo ele preto e amarelo, o gãsam amarelo com mandíbulas e asas totalmente desenvolvidas que depois secam, logo o ‘arbeh é o adulto sexualmente maduro que também é o termo genérico para gafanhoto (VANGEMEREN, 2011, p.480). podendo assim observar que no texto bíblico a ordem dos gafanhotos descrita não segue uma ordem natural de seu siclo de vida.
A ordem das palavras no verso 4 provavelmente não segue a ordem natural de aparecimento, já que a palavra genérica “gafanhoto” aparece em segundo lugar. Uma ordem mais natural pode ser encontrada em 2,25. Uma praga de gafanhotos que afligiu a Palestina, iniciada em 1915, é descrita vividamente com fotografias por J.D.Whiting (NatGeog 28 [1915] 511-50). Três estágios são descritos: larvas sem asas, pupas desenvolvendo asas, e o inseto adulto voador. A destruição causada por uma praga de gafanhotos era total e proverbial (Jz 6,5; 7,12; Sl 105, 4:35). (SAO JERONIMO, 2007, p.798)

Embora muitos utilizem este texto para dizer que cada nome de gafanhoto aqui descrito represente exercitos que atacaram Judá de maneira sequencial; Assíria, a Babilónia, a Grécia e Roma. A bíblia no entanto apresenta na lei de moisés promeças de pragas de gafanhotos reais como juízo para o povo no caso de desobediencia a Deus e quebra da Aliança com Ele como descrito em Deuteronomio 28: 38, 39, 42. O resultados desta praga descritos em joelse asemelha com os resultados descritos por testemunhas desse tipo de praga, dando impressão de devastação avassaladora (RADMACHER, 2010, p.1315). O que pode ajudar a compreender a literalidade do relato.

A descrição de um povo

Na mensagem da praga de gafanhotos, Joel apresenta em três versiculos a referencia a um povo גוֹי֙ (Joe 1:6 WTT), עַ֚ם (Joe 2:2 WTT), עַ֣ם (Joe 2:5 WTT) que invade a terra, estes textos têm sido utilizados por muitos para definirem a praga de gafanhotos como apenas uma alegoria as invasões dos povos citados anteriormente. No entanto a palavra povo ou nação descrita nestes textos podem estar se referindo aos próprios gafanhotos, que chegaram com um número tão grande que se pareciam mais com um exército (RADMACHER, 2010, p.1315).
Esses versículos dão ênfase na força numérica e os terríveis poderes de destruição desses gafanhotos. O numero por ser tão grande se compara a uma não. O pronome na expressão a minha terra pode fazer referencia ao profeta como representante do povo, porque em geral no capitulo um o Senhor é mencionado na terceira pessoa (HUBBARD, 1996, p. 51).
Radmacher mostra a causa desta grande quantidade de gafanhotos e apresenta a dimensão a qual uma invasão como esta pode alcançar:
As chuvas no final de um período de seca podem acelerar o rompimento de ovos de gafanhoto adormecidos e estimular os gafanhotos adultos a procriarem. A origem desses enxames não é compreendida nem mesmo hoje em dia. Certos fatores que podem induzir os gafanhotos a atacarem em grupo são temperaturas altas, baixa umidade e excesso populacional. Os gafanhotos adultos, com suas mandíbulas serrilhadas de ponta a ponta, podem consumir diariamente seu peso em comida. Com isso, conseguem sobreviver por até quatro dias sem comer, vivendo de sua gordura armazenada. Um enxame de gafanhotos pode cobrir mais que 2,6 km quadrados, sendo que 30 milhões de insetos podem devastar cem toneladas de vegetação por dia. Já houve casos de enxames de gafanhotos cobrirem cinco mil quilómetros quadrados, depenando a vegetação, empesteando o ar com excremento, e originando epidemias ao morrerem e apodrecerem. Estima-se que um enxame de gafanhotos sozinho é capaz de comer em um dia o que 40 mil pessoas comem em um ano. (RADMACHER, 2010, p.1315)

Os gafanhotos são comparados a um povo grande e poderoso, de tal forma que a nação nunca tinha visto e nem iria conhecer pelos anos futuros (REED, 2009, v. 5, p.79). Nestes versiculos portanto não se apresenta uma invasão de um reino ou poder humano, mas, mostra o poder da invasão dos gafanhotos. Para demonstrar o poder desta invasão de gafanhotos, no capítulo dois é apresentado de maneira figurada o poder destes gafanhotos como por exemplo no versículo 5, o barulho das asas destes insetos é como o estrondo de carros. Eles também são comparados a um fogo voraz e crepitante, o qual, alimentado pelo vento, devora a pragana (“restolho”, ARA; NVI; ECA; “galhos secos”, NTLH), e a um povo poderoso, ordenado para o combate. Não admira que as pessoas tivessem ficado com medo e que todos os rostos fossem como a tisnadura da panela (6; “todos os rostos empalidecem”, ARA; ECA; cf. BV; NTLH; NVI). Logo o fato de Joel apresentar outras imagens figuaradas para este “grande povo invasor” ajudar a compreender este povo como sendo a invasão dos gafanhotos.
Logo a seguir no versiculo vinte do capítulo dois Joel apresenta este exército vindo do norte, o que é utilizado por muitos para dizer que este exército se refere a uma nação como Babilonia por exemplo. No entanto tendem a invadir a Palestina a partir do sul ou do leste, aqui os gafanhotos podem ser considerados do norte por algumas razões. Primeiro, existe a possibilidade que nessa ocasião os ventos soprassem do norte trazendo os gafanhotos do deserto da Síria para o nordeste. Segundo, do norte pode ter passado a significar inimigo destruidor, por influência das descrições de Jeremias acerca do terror da invasão vinda do norte (Jr 1.13-15; 4.6), em referência aos exércitos babilônicos. A analogia militar já foi detalhada em 2.1-11, sendo retomada em 2.25, onde os gafanhotos são chamados de “meu grande exército”. Terceiro, a despeito de fortes argumentos em contrário, o contexto parece deixar claro que os gafanhotos é que são do norte: os versículos imediatamente anteriores e posteriores tratam diretamente da reparação dos prejuízos da praga. É possível, conquanto não muito provável, que do norte tenha conotações apocalípticas, pelo do emprego da palavra “norte” como o lugar do monte dos deuses (Is 14.13) e como o local por onde Gogue deve invadir Israel (Ez 38.6,15; 39.2). O contexto sugere nitidamente que os elementos apocalípticos devem ser considerados, interpretando do norte como uma maneira dramática de rotular os gafanhotos como inimigos hostis e saqueadores, decididos a fazer o pior (HUBBARD, 1996, p.72).

Argumentos a favor da literalidade

“Os gafanhotos são reais, não figurados. Mas a própria realidade étão surpreendente que traz insinuações de uma realidade ainda maior: o exercito do juizo univerasl” (HUBBARD, 1996, p.61). O relato da praga dos gafanhotos se apresenta de uma maneira espantadora, para aqueles que defendem a literalidade deste relato uma de suas maiores dificuldades é encontrar na história uma relato particular naquela região de uma praga como essa. Isso é possivel explicar pelo fato de que grandes pragas de gafanhotos ocorriam periodicamente, no oriente Próximo, até onde a história é capaz de registrar, sendo assim impossivel identificar qualquer praga particular, como a mencionada no livro de Joel (CHAMPLIN, 2001, p. 3484).
O que ajuda a compreender o relato como literal é o fato da clareza dos detalhes desta praga descritos no livro de Joel. O profeta Joel demonstra grande conhecimento do poder de destruição deste ataque de gafanhotos e suas descrições da praga são tão rigorosamente iguais com os detalhes cientificos desses ataques destruidores (LOPES, 2009, p.15,16).
Esta invasão de gafanhotos que foi sobremodo avassaladora, não é uma tragédia natural, mas apresenta ser uma disciplina sobre o povo da aliança, não existe acaso ou coincidencia. (LOPES, 2009, p.27). No livro Joel apresenta ter um profundo conhecimento da cituação religiosa em que vivia seu povo, ele dá detalhes com precisão, se referindo as ofertas e oferendas, falando dos sacerdotes como ministros do Senhor (LOPES, 2009, p.27). O povo estava colhendo o fruto de seu distanciamento de Deus, o povo esta longe daquele que os protegia.
A praga dos gafanhotos juntamente com uma seca, fornece a ocasião para a profecia de Joel. Logo, o movimento é da descrição de uma praga real, que ao mes tempo uma prefiguração de um exército atacante, para o dia do Senhor e suas consequencias para os vizinhos de Israel (SÃO JERONIMO, 2007, P.798). No capitulo dois o profeta trata o exército de gafanhotos do primeiro capitulo como um símbolo e precurso de um flagelo mais terrrivel. No futuro haveria uma devastação que envolveria toda a terra, ou seja, o choro pelo juizo dos gafanhotos apenas prefigurava um pranto bem maior por uma desolação superior a esta (COELHO, 2012, p.27,28).
Os dois primeiros capítulos de Joel, evidentemente tratam não de um acontecimento fututo, mas de um fato que acabara de começar e que estava em curso (SELLIN, 2007, p.601).

Argumentos contra a literalidade

Os que defendem a praga como sendo apenas uma alegoria afirmam que a descrição da peste trata-se somente de um símbolo ficticio dos julgamentos que estavam por acontecer. Por exemplo, no periodo de Jerônimo os quatro tipos de gafanhotos destrutivos, foram tomados como somente símbolos dos babilonios e assirios, dos medos e persas. Dos macedônios e Antíoco Epifânio, e dos romanos. No entanto esta última explicação hoje tem pouco credito (NICHOL, 2013,  p.1037,1038).
Diversos comentários biblicos e introduções apresentam a existencia de intérpretes que defendem que a praga de gafanhotos não é literal, como declara, por exemplo, Radmacher (2010 p.1315) “Vários intérpretes têm lido esse enxame de gafanhoto como exércitos estrangeiros que atacaram Judá em ondas sucessivas — a Assíria, a Babilónia, a Grécia e Roma”. No entanto nesta pesquisa não foi encontrado nenhum comentarista biblico que se posicione declaradamente contra a iliteralidade da praga dos gafanhotos.

Considerações Finais

O presente estudo apresentou que a praga dos gafanhotos, descrita nos dois primeiros capítulos do livro de Joel, ainda que haja alguns interpretes que defendão o acontecimento como apenas uma alegoria, o texto trata de um acontecimento literal, mas que, no entanto também figurava um acontecimento maior a ser executado no futuro.




Referências bibliográficas


CHAMPLIN, Russell Norman. O Antigo Testamento interpretado: versículo por versículo. 2.ed. São Paulo - SP: Hagnos, 2001.

COELHO, Alexandre. Daniel, Silas. Os Doze Profetas Menores. ed.1. Rio de Janeiro: CPAD, 2012.

HUBBARD, David Allan. Joel e Amós: introdução e comentário. Tradução de Marcio L. Redondo. São Paulo - SP: Vida Nova, 1996.

LOPES, Hernandes Dias. Joel: o profeta do pentecostes. São Paulo - SP: Hagnos, 2009.

NICHOL, Francis D.; DORNELES, Vanderlei (Ed.). Comentario biblico Adventista do Sétimo Dia: Isaías a Malaquias. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2013.

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REED, Oscar F. et al. Comentário bíblico Beacon: Oseias e Malaquias. Tradução de Luis Aron de Macedo. 3. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009. v. 5.

SAO JERONIMO; BROWN, Raymond E.; FITZMYER, Joseph A.; MURPHY, Roland E. (Ed.). Novo comentario biblico São Jeronimo: Novo Testamento e artigos sistematicos. Tradução de Celso Eronides Fernandes. São Paulo - SP: Paulus, 2007.

SELLIN, Ernst; FOHRER, G; ROCHA, D. Mateus. Introdução ao antigo testamento. São Paulo - SP: Paulus, 2007.

VANGEMEREN, Willem A. (Org.); MARRA, Claudio Antonio Batista (Ed.). Novo dicionario internacional de teologia e exegese do Antigo Testamento. São Paulo - SP: Cultura Crista, 2011.

WIERSBE, Warren W. Comentário bíblico expositivo. Tradução de Susana E. Klassen. Santo André: Geográfica, 2006.  v.4.

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